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F123 é finalista em Tecnologia Assistiva do Prêmio Finep

not fundacao 16 10 2013 2O F123, pioneiro ao adaptar, personalizar e simplificar os softwares livres no mundo para serem usados por deficientes visuais, que deu ao sociólogo Fernando Botelho o Prêmio Folha Empreendedor Social de Futuro 2012, é finalista da edição 2013 do Prêmio Finep de Inovação na categoria Tecnologia Assistiva.

Foram 570 inscritos e 73 finalistas nas nove categorias do prêmio vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação: Micro e Pequena Empresa, Média Empresa, Grande Empresa (apenas na etapa nacional), Instituição de Ciência e Tecnologia, Tecnologia Social, Inventor Inovador, Tecnologia Assistiva, Inovação Sustentável e Inovar Fundos (também restrita à etapa nacional e dividida em três subcategorias: Governança, Equipe e Operação). O maior número de inscritos foi na categoria Pequenas Empresa: 166.

“O reconhecimento da Finep mostra que a nossa estratégia de encontrar soluções tecnológicas brasileiras a nossos desafios sociais já tem o respeito de nossas instituições”, comemora Botelho. “Esse é mais um importante passo no caminho para ajudar os 7 milhões de brasileiros com deficiência visual que precisam do F123.”A cerimônia de premiação regional, aberta ao público, acontece no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, no dia 13 de outubro. Os finalistas recebem, além do troféu, de R$ 100 mil a R$ 300 mil em dinheiro.

Como não houveram finalistas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, o F123, de Curitiba (Sul), concorrerá apenas com o DPS2000, da Geraes, de Belo Horizonte (Sudeste), equipamento que possibilita a cadeirantes e deficientes visuais o uso dos serviços de transporte urbano de forma autônoma e segura, através do uso de transmissores de radiofrequência.

Na próxima e última etapa, haverá o julgamento nacional. Este ano, 28 ganhadores, entre73 finalistas, nas diversas categorias, concorrem à grande final nacional, a ser realizada em Brasília, com a presença da presidenta Dilma Rousseff. Os prêmios vão de R$ 100 mil a R$ 500 mil, somando R$ 8 milhões nas duas fases.


Fonte: Ashoka