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Congresso Brasileiro dos Direitos da Criança e do Adolescente debateu infância e adolescência no pós-pandemia

 
Congresso Brasileiro dos Direitos da Criança e do Adolescente, debateu infância e adolescência no pós-pandemia

Luto, dificuldades no aprendizado, mudanças nas relações família e escola, saúde mental, e desenvolvimento infantil no cenário pós-pandemia no Brasil foram temas presentes na 3ª edição do Congresso Brasileiro dos Direitos da Criança e do Adolescente, realizado no dia 26 de maio pela Fundação Abrinq (Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos).

As palestras aconteceram simultaneamente em diferentes espaços da Unibes Cultural: no teatro, no auditório, na biblioteca e no lounge. “Destaco o gesto de solidariedade de todos que participaram: os palestrantes, renomados em suas áreas de atuação, que aceitaram fazer parte do evento de forma voluntária, e o público presente, que, com a aquisição do ingresso, contribuiu para o projeto de reforma de creches, com o objetivo de melhorar o atendimento e expandir o acesso à educação infantil”, disse Victor Graça, gerente executivo da Fundação Abrinq e diretor de Relações Institucionais da Associação Paulista de Fundações.


A presidente da APF, Dora Silvia Cunha Bueno, prestigiou o Congresso da associada Fundação Abrinq
A presidente da APF, Dora Silvia Cunha Bueno, prestigiou o Congresso da associada Fundação Abrinq


Programação com palestrantes renomados


A primeira palestra foi do professor universitário e filósofo Mario Sergio Cortella sobre o tema Cenários Turbulentos, Mudanças Velozes. Na sequência, vieram as palestras simultâneas Educação: relação família e escola, com Taís e Roberta Bento, especialistas na relação família-escola e fundadoras do site SOS Educação; Diversidade e equidade de gênero, com Cris Guterres, jornalista que se destaca na abordagem do tema, apresentadora do programa Estação Livre, da TV Cultura; A importância do brincar, com Tizuko Kishimoto, pedagoga, doutora em Educação pela USP e autora de obras sobre o assunto; e Trabalho infantil, com Bruna Ribeiro, jornalista e autora do livro Meninos Malabares.

Luto no pós-pandemia foi a abordagem que a psicóloga doutora em saúde mental Karen Scavacini fez. Silvia Colello, pedagoga com mestrado, doutorado e livre-docência pela USP, falou sobre os desafios das Desigualdades na Educação e o presidente do Conselho Nacional dos Direitos de Crianças e Adolescentes (Conanda), Diego Bezerra, sobre Políticas públicas e gestão municipal.

A programação se encerrou com um debate sobre A criança do futuro, mediado pelo jornalista Milton Jung e com a participação dos conselheiros da Fundação Abrinq Luiz Antonio Miguel Ferreira, Eduardo Bernini e Vitor Seravalli.

“Estou muito satisfeito com os resultados obtidos nesta edição do Congresso. Acho que conseguimos promover e ampliar o debate sobre a infância e adolescência com conteúdos relevantes e de qualidade”, finaliza Victor Graça.